long walk without sidewalk

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If you are looking for urban adventures — leave your car off and take a long walk with your kids. Then you should explain the car culture effects: no people around, no public transportation, no more visible signs for pedestrians. We’ve been trying bicycle and moped and walking sometimes into the cities seeing old buildings, abandoned places, shortcuts (not allowed for cars), tunnels, old signs, graffiti, private playgrounds, squares…

…bring water and nothing else (even money) – just love and thoughts.

Nas cidades pequenas dos Estados Unidos a cultura de carro é forte e ameaçadora. Quase nunca se vê pedestres ao redor, e em muitas aéreas nem se vê passagem para pedestres. O transporte público é falido, nunca cobre a cidade toda, não é regular e desaparece aos fins de semana. A cidade é organizada para carros, não para pessoas. Os bairros para moradia são separados do setor comercial de grande porte, e assim, eles foram criando outras áreas para compras que parecem ilhas isoladas espalhadas aos arredores da cidade, mais próximas das rodovias e bem longe do que antes foi o centro comercial.

É desolador perder o espaço público e de convivência para essas máquinas. Assim, entendi o quanto a guerra se justificava pela garantia do combustível com vidas completamente dependente de carros. Foi esclarecedor perceber que este modelo de cidades é falido, desumano e mortificador, e ainda, desafiador tentar reverter isso por uma vida sustentável em família se utilizando de bicicletas, longas caminhadas e caronas com os amigos.

28. November 2011 by midiadmin
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Build up, Rita Lee

Descendente dos confederados, Rita Lee acertava a língua dentro de casa falando inglês com seus pais. O álbum build up, foi o primeiro solo depois dos mutantes. O melhor: lisérgico, político e afinado. Tem o título e uma única canção-versão em inglês, mas que melhor exemplifica a jinga  pessoal de Lee. Já com os mutantes é um caso à parte – todos juntos e ela segurando o inglês adocicado, híbrido. Melhor exemplo é ouvir os 39 min do tecnicolor:

27. November 2011 by midiadmin
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Super Omega-3

My friend Arthur Leandro aka Etetuba took these photos during lunch time at Casa Puraqué in Santarém (PA). The fish was Curimatã made by the lovely Rai before immersion in the project Por uma cartografia crítica da Amazônia. The puraqués hook the guests in a smart way using Super Power Omega-3 to begin a work day.

10. September 2011 by midiadmin
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O que dizem as placas de carro em New England

The Spirit of America

O Espírito da América

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03. September 2011 by midiadmin
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http://hacklab.comumlab.org

http://hacklab.comumlab.org/photos/

NETWORKED HACKLAB // HACKWORKED NETLAB

Por uma cartografia crítica da Amazônia
Encontros entre pesquisadores, ativistas e organizações com o objetivo de ampliar o debate sobre arte, tecnologias e a relação entre poder e espaço geográfico na região amazônica, evidenciando suas experiências quanto ao acesso aos bens informacionais, conectividade e baixa tecnologia.

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10. July 2011 by midiadmin
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From Culebra Island, Puerto Rico

coleman cooler sound system!

21. February 2011 by midiadmin
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http://www.artemov.net/belem/

www.artemov.net/belem/

FESTIVAL VIVO ARTE.MOV

O festival proporcionou a pesquisa, reflexão e difusão da arte em mídias móveis e locativas intercambiando produções entre 5 cidades brasileiras sob o tema Novas Cartografias Urbanas. Arte.mov é o mais importante festival do gênero no Brasil reunindo um conjunto de iniciativas em torno da chamada “cultura da mobilidade”.

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10. July 2010 by midiadmin
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Be Polite.

glowing-finger-punch

Sometimes I feel myself like our famous friend above. Actually, most of the time my mind always regret to the famous movies scenes. My first step in North America was learning to be polite – saying “Thank you” and “Sorry” all the time.

No bad idea.

But even when you are distracted and  touch someone next you?
Yep, untouchable culture.

 

15. March 2010 by midiadmin
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Os primeiros dias em Worcester

fotocriada hoje às 13.02

Saí do Brasil correndo no dia 25 de janeiro de 2010, eu tinha que entregar apartamento, distribuir minha mudança para três lugares diferentes e resolver muitos detalhes de trabalho — foi exaustivo, e estava concentrada somente nisso. Eu não fazia a mínima ideia para onde eu estava indo, principalmente sobre inverno e neve ao redor.

Cheguei em Miami, via Manuas-Panamá e fui para a beira da praia em Daytona, três dias. Uma cidade nova construída como uma maquete ampliada para circulação de carros e carros e carros – nem bikes, nem gente. Um lugar rico para aposentados se isolarem durante o inverno no norte, chamados snow birds. Outra estranheza pra mim foi viver com muito muito pão e comida sintética estocados entre armários gigantes no interior do apartamento. Eu gostei de cookies – os tradicionais. Mas dois dias vivendo naquele exagero me senti quase bulímica.

Cheguei no meio de uma nevasca em Worcester, recepcionados por uma dezena de amigos gigantes de Holmes. Estranheza de novo, gente bem mais alta do que eu estava acostumada. Chego na nossa casa de madeira com cerca de 100 anos, no meio de um bosque, cercada de neve e sem gente ao redor. Nos dois dias seguintes, ao olhar pelas janelas (não conseguia ficar fora da casa por mais de 10 minutos) a memória visual que tive (ao olhar pelas trocentas janelas da casa) sempre me remetia a filmes de horror ou suspense, óbvio: Twin Peaks e The Shining eram os mais frequentes, e juntando isso — com o velho hábito estadunidense de não trancar portas — eu morria de medo. Sempre achava que tinha alguém à espreita. E que seria muito fácil entrar na casa. O medo e a sensação de insegurança me paralisou por alguns dias. Eu estava congelada e Martina não parava de pular pela casa, querendo patinar, esquiar, visitar castelos, fazer snow angels e bonecos de neve.

Depois passou. Meu corpo habituado a biquínis e camisetas circulando pelo apartamento em Belém, se recusava a querer mais roupa. Então, tive que enfiar três camisas por baixo de suéter de lã, mais duas calças e duas meias grossas — mais cachecol, gorro e um pesado casaco gigante por cima. Ufa! e finalmente quentinha e sem álcool e sem cigarros. Daí eu descobri que sou tacanha demais pressas coisas, e fiquei preocupada de perder meu calor e minha reputação afetuosa sem o sol e sem gente ao redor. Então fiquei triste e quis voltar pro Brasil depois de uma semana em Worcester.

Depois fui matricular a Martina na escola — e foi tão simples, rápido e eficaz com tudo informado em cinco línguas (chinês, espanhol, vietnamita e português e inglês). Ela começou na semana seguinte, indo e vindo naqueles school bus tradicionais — feliz da vida.

E eu vim casar de novo. E nem vou falar sobre casamentos. Confesso que continuo sendo a noiva que não sabe de nada, quase uma imigrante refugiada. O convite do casamento eu recebi pelo facebook, ainda não fui visitar a antiga galeria onde será celebrado e agora a pouco vi a lista de presentes também pelo facebook. A verdade é que sou lenta e tem tanta informação diária pra aprender que não consegui (OU talvez goste de não saber nada sobre…) concentrar no casamento.

No momento tenho um febre faz três dias que estou acamada com sintomas de gripe suína. Tá tudo muito estranho, com Martina viciada em Dora aprendendo espanhol e inglês falando com amigos chineses.

Com todo amor caloroso que eu tenho, to aqui.
Um beijo aos amados.

11. February 2010 by midiadmin
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Camelodromo POPular: Super Vetron

It is a sound system specialized to record cds — fast as they can! They became famous selling cds (with album the cover are all women in sexual pose) on camelodromos (bunch of street vendors) in Belem – Pará. They are the number one to launch “melody hits” of the season in large scale.

Have a look at this! The documentary  brega s/a talks about Super Vetron System — much better, they show  to us the real machine behind and  a real perspective about the tecnobrega scene. Made by “paraenses” brega s/a doesn’t have subtitles yet.
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22. December 2009 by midiadmin
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